Posts Tagged ‘Lula’

Inchaço cria ‘Esplanada oculta’ e gasto de R$ 100 milhões por ano para União


Inchaço cria ‘Esplanada oculta’ e gasto de R$ 100 milhões por ano para União

Estadão

Para acomodar estruturas administrativas de novos ministérios e um volume crescente de servidores, governo federal paga aluguéis exorbitantes
Em meio às dificuldades do governo da presidente Dilma Rousseff em passar a faca nas despesas de custeio, Brasília é hoje vitrine de um fenômeno de gastança descontrolada: as dezenas de imóveis alugados fora da Esplanada dos Ministérios para acomodar o inchaço da máquina administrativa. Levantamento do Estado mostra que prédios e salas, só do primeiro escalão do Poder Executivo, pagam pelo menos R$ 9 milhões mensais de aluguel. A chamada "Esplanada oculta" custa, no mínimo, R$ 100 milhões por ano, dinheiro suficiente para construir cerca de 2.700 casas do programa Minha Casa, Minha Vida.
O inchaço ministerial começou no primeiro mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. Ele recebeu 26 ministérios do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), mas entregou 37 à presidente Dilma - que pretende criar mais dois: o da Micro e Pequena Empresa e o da Infraestrutura Aeronáutica.
Na acomodação das novas pastas e ampliação das antigas, o governo "coloniza" prédios fora da Esplanada desenhada por Lúcio Costa e costuma dispensar licitação para escolher os imóveis a alugar. A suntuosidade e o custo do aluguel dos prédios muitas vezes é inversamente proporcional à relevância política e econômica do ministério.

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Lula defenderá a volta de Delúbio, diz dirigente do PT

Sem Comentários »Publicado em 31 de janeiro de 2011 by admin
Categorias: JUSTIÇA, NOTÍCIAS, POLÍTICA


Lula defenderá a volta de Delúbio, diz dirigente do PT

FOLHA DE SÃO PAULO
O secretário de Comunicação do PT, André Vargas, disse ontem que o ex-presidente Lula defenderá a volta ao partido do ex-tesoureiro Delúbio Soares, acusado de operar o mensalão.
Segundo reportagem de Bernardo Mello Franco publicada na Folha desta quarta-feira ele afirmou que o ex-companheiro "foi injustiçado" e que a direção da sigla deve votar seu pedido de refiliação em março ou abril.
"Se for questionado, o Lula vai dizer que é favorável", disse Vargas, que é deputado federal pelo Paraná e integra o Diretório Nacional do PT.
O ex-presidente evitava falar do escândalo, mas mudou o tom no fim do mandato, quando chamou o mensalão de "tentativa de golpe" e prometeu reavaliá-lo depois de deixar o Planalto.
Ontem, Vargas disse que os petistas não têm condições morais para barrar a refiliação de Delúbio, que foi expulso da legenda em 2005 e é um dos réus no processo do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal).

Brasil anuncia em Davos o ano da moderação


Brasil anuncia em Davos o ano da moderação
CLÓVIS ROSSI - ENVIADO ESPECIAL A DAVOS

A palavra "moderação" foi a marca da apresentação do governo Dilma Rousseff à sociedade dos grandes executivos globais, reunida em Davos para o encontro anual do Fórum Econômico Mundial.
"Agora é o momento de moderar nossas despesas, o consumo, o crédito ao consumo, moderar as despesas do governo", disse Luciano Coutinho, presidente do BNDES, para uma plateia surpreendentemente modesta se se considerar o encanto que o Brasil desperta ultimamente na comunidade de negócios global.
Tanto encanto que o único não brasileiro à mesa, Vikram Pandit, executivo-chefe do Citi, até exagerou: "O Brasil tem a confiança do mundo".
Para reforçar a ideia de moderação, Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, disse que, embora a inflação não seja "um enorme problema", o BC vai apertar a política monetária.
Tem-se que a apresentação inaugural da gestão Dilma foi menos exuberante que os discursos que o presidente Lula fez nas duas vezes em que esteve em Davos.
MILAGRE
É natural que assim seja. Afinal, Moisés Naím, o moderador, venezuelano que é pesquisador do Instituto Carnegie para a Paz Internacional, comparou uma sessão sobre o Brasil que ele também presidira em 1999 com o quadro de 2010 para dizer que "o progresso [brasileiro] foi próximo de milagroso".
De fato, em 1999, enquanto ocorria o encontro de Davos, o real derretia a ponto de haver até corrida aos bancos.
Agora, o real não derrete, valoriza-se demais.
Tombini, em sua fala, estabeleceu outra diferença com a exuberância da gestão anterior. Atribuiu a solidez da situação econômica à "moldura política" adotada nos "últimos 10 ou 11 anos", período que cobre a fase final do governo FHC, que, para Lula, havia deixado apenas uma "herança maldita".
O tamanho da "moderação" anunciada por Coutinho pode ser medido pelos números que ele próprio mencionou a respeito do banco: em 2009, por causa da crise que se iniciara no ano anterior, o BNDES fez investimentos extras equivalentes a 2,5% do PIB.
Agora, haverá o que Coutinho chamou de "estabilidade" nos investimentos do banco, o que significa que não crescerão ante 2010.
Pandit, depois de derramar elogios à gestão da economia brasileira, disse que o grande desafio agora é atrair investimentos externos para aproveitar "a bênção" representada pelos recursos naturais do país e para atender à crescente classe média.
OPORTUNIDADES
O banqueiro acredita que há muita gente louca para investir nas oportunidades crescentes oferecidas pelo Brasil, mas que é preciso "transformar o financiamento de curto prazo em financiamento de longo prazo".
É uma alusão ao fato de que boa parte do capital que entra no Brasil o faz só para aproveitar os juros altos.
Coutinho, economista tido como nacionalista, não hesitou em retrucar: "Estou absolutamente em sintonia com o que Pandit disse".
Ou seja, o desafio que se apresenta para o BNDES é o de financiar projetos de longo prazo. Sua meta é aumentar a proporção de formação de capital em relação ao PIB de 19% para 23% ou 24%.
O entusiasmo com o país e com a América Latina é tanto que o Fórum Econômico Mundial quer transformar a reunião de 2012 no "ano da América Latina" em Davos.
Seria uma maneira de vender o bordão que começou a ser cantado neste ano, segundo o qual esta será "a década da América Latina".

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“Me derrotar também é derrotar o Lula”, diz Battisti a jornal brasileiro

Sem Comentários »Publicado em 22 de janeiro de 2011 by admin
Categorias: JUSTIÇA, NOTÍCIAS, POLÍTICA, SEGURANÇA


"Me derrotar também é derrotar o Lula", diz Battisti a jornal brasileiro

Pela primeira vez após a negação do pedido de extradição do refugiado italiano Cesare Battisti, o ex-militante falou à imprensa brasileira como reagiu à decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Dilma herda R$ 137 bilhões de contas a pagar


Dilma herda R$ 137 bilhões de contas a pagar
Milton Júnior - Do Contas Abertas

Nunca antes na história deste país foi deixada para o ano seguinte uma conta tão grande, teria dito o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se ainda quisesse anunciar algo sobre a sua gestão. Isto porque o estoque de restos a pagar (compromissos assumidos em anos anteriores rolados para os exercícios seguintes) acumula R$ 137,5 bilhões no Orçamento Geral da União. Caso nenhuma dessas despesas seja cancelada, o valor representará o dobro de tudo o que o governo pretende gastar com investimentos neste ano – R$ 64 bilhões – ou o triplo do previsto para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – R$ 40 bilhões.
O montante computa a estimativa de restos a pagar para serem inscritos em despesas correntes (R$ 63,8 bilhões), investimentos (R$ 57 bilhões), inversões financeiras (R$ 12,9 bilhões), gastos com pessoal (R$ 2,1 bilhões), dentre outros grupos de despesa (veja a tabela). Não estão incluídos nos cálculos os dispêndios das empresas estatais, dos estados e municípios e da iniciativa privada, que não são contabilizados no sistema de receitas e despesas da União, o Siafi.
Em 2010, a União pagou R$ 61,8 bilhões de contas pendentes que foram comprometidas ao longo dos últimos anos. Esse valor é 40% superior ao valor aplicado em obras e compra de materiais ao longo do ano passado – R$ 44,6 bilhões. De acordo com a assessora de Política Fiscal e Orçamentária do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), Eliana Graça, o que rege o orçamento é primordialmente os compromissos com os credores da dívida pública e, por isso, “todo o restante do orçamento fica ao bel prazer dos humores do mercado”.
“Depois de equacionar a dívida, de garantir o superávit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública), se pensa em como gastar os recursos destinados às políticas públicas. Quando houver a decisão política de inverter essas prioridades, aí poderemos ter um orçamento planejado e os compromissos honrados. E a maioria da população com seus direitos atendidos”, diz Eliana.
Entre as contas pendentes, há uma divisão. Uma quantia diz respeito aos projetos de infraestrutura que o governo já reconheceu como prontos, mas que ainda não liberou o dinheiro para quitar o serviço prestado. Esta despesa emplaca na rubrica “restos a pagar processados”. A outra se refere às ações não finalizadas, isto é, que não tiveram a vistoria de técnicos do governo federal de que o produto foi entregue ou o serviço foi prestado. Esta é conhecida no jargão econômico como “restos a pagar não processados”.
Vale ressaltar que parte dos empenhos efetuados até o fim do ano passado ainda pode ser cancelada, já que a equipe econômica do governo ainda não efetuou o balanço final das contas de 2010, o que poderia reduzir o montante total da conta a pagar.
Orçamento paralelo
A utilização dos restos a pagar é uma forma legal de executar os gastos públicos. No entanto, já em 2007, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Ubiratan Aguiar, criticou o alto volume de contas pendentes verificado entre 2006 e 2007. Segundo o ministro, que foi relator das contas do governo de 2006, o crescimento dos débitos acontece porque o governo não disponibiliza recursos suficientes para arcar com os compromissos previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA). Esse crescimento, na avaliação de Ubiratan, configura um “orçamento paralelo”.
De acordo com o tribunal, o crescimento do volume de restos a pagar inscritos entre 2005 e 2009 foi da ordem de 195%, “o que equivale dizer que o montante de restos a pagar quase triplicou nos últimos cinco anos”. Caso os empenhos realizados no ano passado não sejam cancelados, o estoque de restos a pagar transferidos para 2011 representarão um crescimento de quase 252% em relação às contas de 2005 (em valores correntes).

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Empresa paga aluguel de R$ 12 mil de Lulinha

1 Comentário »Publicado em 1 de janeiro de 2011 by admin
Categorias: JUSTIÇA, NOTÍCIAS, POLÍTICA

Empresa paga aluguel de R$ 12 mil de Lulinha

DE SÃO PAULO

Um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís, mora desde 2007 em apartamento alugado por R$ 12 mil nos Jardins, bairro nobre de São Paulo. Quem paga a conta é uma empresa com contratos com vários governos, entre eles o federal.

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